Não sinto mais o chão debaixo dos meus pés. Estou sem sentido, sem rumo, mas é isso que ainda me faz estar viva, é esta esperança de um dia ainda te ter comigo, te sentir, tocar, te possuir.
Faço castelos no ar, penso, repenso, crio, recrio e, no entanto, você está longe, cada vez mais distante de mim.
Quero te esquecer e ao mesmo tempo não seio que sentido vai ter minha vida neste momento sem imaginar que a gente ainda vai dar certo, que não vai ser mais você que vai descendar os meus segredos e desejos mais íntimos.
Por que você, se te conheço tão pouco, quase nada?
Por que você, se somos tão diferentes, de mundos e realidades tão díspares?
Por que você, se tenho certeza que não me desejas e me queres o tanto quanto eu o quero e desejo?
Chego a me odiar por sentir tanto a sua falta, por pensar tanto em você, ler suas poucas linhas, ver sua imagem num papel frio e sacramentado.
Você é a coisa mais contraditória que tenho na minha vida, pois você é a única coisa que está valendo a pena, a minha pena, tentar.
Não aguento mais estar longe de você, viver nesta incerteza que massacra o meu íntimo, o que eu tenho de mais belo, que é a minha crença em que um dia todo esse desespero vai acabar, eu não sei como, mas com um final feliz.
Você me dá tão pouco. Como é triste admitir que sobrevivo das suas migalhas. Você só pensa em você. Ótimo! Parabéns! Você é que está certo. Você é independente! Livre! Você não precisa de mim.
Versos, poemas, trechos de músicas, qualquer uma pode te dar.
Por que eu fui gostar tanto de você? E logo de você? Por que você ainda me dá alguma esperança se tenho certeza que esta não é a sua intenção?
Talvez eu seja no momento a única pessoa a persistir na sua intolerância, a lutar por um pouquinho do teu tempo, a disputar um pouquinho de você e você nem se dá conta disso, nem valoriza a mim, só me agradece e isto é muito pouco, uma miséria para quem quer o mundo, o tudo, o todo.
Ah! Se ao menos eu soubesse o que devo faer, o que será de nós...
Por mim, em junho/2002.
Faço castelos no ar, penso, repenso, crio, recrio e, no entanto, você está longe, cada vez mais distante de mim.
Quero te esquecer e ao mesmo tempo não seio que sentido vai ter minha vida neste momento sem imaginar que a gente ainda vai dar certo, que não vai ser mais você que vai descendar os meus segredos e desejos mais íntimos.
Por que você, se te conheço tão pouco, quase nada?
Por que você, se somos tão diferentes, de mundos e realidades tão díspares?
Por que você, se tenho certeza que não me desejas e me queres o tanto quanto eu o quero e desejo?
Chego a me odiar por sentir tanto a sua falta, por pensar tanto em você, ler suas poucas linhas, ver sua imagem num papel frio e sacramentado.
Você é a coisa mais contraditória que tenho na minha vida, pois você é a única coisa que está valendo a pena, a minha pena, tentar.
Não aguento mais estar longe de você, viver nesta incerteza que massacra o meu íntimo, o que eu tenho de mais belo, que é a minha crença em que um dia todo esse desespero vai acabar, eu não sei como, mas com um final feliz.
Você me dá tão pouco. Como é triste admitir que sobrevivo das suas migalhas. Você só pensa em você. Ótimo! Parabéns! Você é que está certo. Você é independente! Livre! Você não precisa de mim.
Versos, poemas, trechos de músicas, qualquer uma pode te dar.
Por que eu fui gostar tanto de você? E logo de você? Por que você ainda me dá alguma esperança se tenho certeza que esta não é a sua intenção?
Talvez eu seja no momento a única pessoa a persistir na sua intolerância, a lutar por um pouquinho do teu tempo, a disputar um pouquinho de você e você nem se dá conta disso, nem valoriza a mim, só me agradece e isto é muito pouco, uma miséria para quem quer o mundo, o tudo, o todo.
Ah! Se ao menos eu soubesse o que devo faer, o que será de nós...
Por mim, em junho/2002.
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