Queria que soubesses o quanto me enfeitiça o teu olhar. Ah, teu olhar! Teu olhar, ah! É como se me visses por inteiro, enxergasse o mais profundo do meu ser, despisse-me, amasse-me.
Sinto tua presença. Por quê? - pergunto-me, se tu não ligas para mim, se me esqueces assim de uma maneira tão covarde.
Para que prometer o que não vai cumprir? Para que acreditar em promessas ditas na ebulição do momento? Para que acreditar em você, que é apenas mais um que mente, ilude e decepciona?
Espero-te e sinto que é em vão.
Surpreenda-me! - pedi a ti. E o que recebo: a tua indiferença.
Neste momento, peço perdão a minha razão por ter acreditado mais uma vez no homem.
Por mim, em 10/03/99.
Sinto tua presença. Por quê? - pergunto-me, se tu não ligas para mim, se me esqueces assim de uma maneira tão covarde.
Para que prometer o que não vai cumprir? Para que acreditar em promessas ditas na ebulição do momento? Para que acreditar em você, que é apenas mais um que mente, ilude e decepciona?
Espero-te e sinto que é em vão.
Surpreenda-me! - pedi a ti. E o que recebo: a tua indiferença.
Neste momento, peço perdão a minha razão por ter acreditado mais uma vez no homem.
Por mim, em 10/03/99.
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